Pintores Malditos seculo XXI pintores — 04-04-2007 GTM 1 @ 19:55

[...Viver para arte e morrer por ela,,, Eis a questão... ]
só os Pintores Malditos deixam um legado para a historia.
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"Nós, os artistas (desculpe-me o plural), temos direitos diferents das pessoas normais, pois temos necessidades diferentes, que nos colocam acima - é preciso que se afirme e acredite - de sua moral. O seu dever é não se consumir jamais no sacrificio. O seu dever real é salvar seu sonho. A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços d'alma" "As personagens de Cézanne, , como as belas estatuas antigas, não tem olhar. As minhas personagens, ao contrario vêem. Elas vêem mesmo quando acreditei que não devia pintar-lhes pupilas; mas, como as personagens de Cézanne, elas não exprimem mais do que muda aquiescencia á vida" "Aquilo que procuro não é real nem o irreal, e sim o inconsciente, o mistério do que há de institivo na raça humana". 'A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços da alma'... "Nosso único dever é salvar nossos sonhos..."
...Conte aqui a sua história, a sua arte e sua visão global...
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MIGUEL WESTERBEG
Tags: ARTE - PINTURA - POESIA - CULTURA - ESCULTURA
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08-06-2007 - 00:04:42 GMT 1
O corpo é constituído por átomos...
A Alma é energia sub atómica... Imortal...
A Alma é Deus.
A arte não é mais que a essência da Alma...
Na sua forma mais pura...
No Interior de cada ser vive toda a verdade.
02-01-2008 - 11:10:00 GMT 1
A arte, é o veículo transportador da timida verdade!
Nascer artista em Portugal é dificil de suportar... as pedras do caminho são bastante acidentadas, pois os caminhos sem atrito já estão pré-destinados. Parafraseando Luís Verney: " ser filho de nobre não é o mesmo que ser nobre", no nosso país ignoraram o pensamento deste nosso filosofo e quem é filho de nobre é nobre.
30-05-2008 - 15:22:20 GMT 1
' A ruptura, a fenda, o traço de abertura faz surgir a ausência- tal como o grito, que não se perfila sobre um fundo de silêncio, mas, ao contrário, faz com que este fundo surja como silêncio." Jacques Lacan, Seminário 11.
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